01 Julho 2009



Nunca percebi onde acabava a dança e começava o teatro, ou a fotografia.

Ou a música, a moda, a pintura, a escultura…

Via as suas obras como instalações belíssimas em que manipulava os meus sentidos como nenhum outro artista contemporâneo.

Pina Bausch (1940/2009) deixa-nos um legado impressionante e eterno, o seu génio está ainda para além do nosso tempo, da nossa compreensão.

Está vivo.



















I A Sagração da Primavera I Pina Bausch I