


Nunca percebi onde acabava a dança e começava o teatro, ou a fotografia.
Ou a música, a moda, a pintura, a escultura…
Via as suas obras como instalações belíssimas em que manipulava os meus sentidos como nenhum outro artista contemporâneo.
Pina Bausch (1940/2009) deixa-nos um legado impressionante e eterno, o seu génio está ainda para além do nosso tempo, da nossa compreensão.
Está vivo.

I A Sagração da Primavera I Pina Bausch I