01 Julho 2009



Nunca percebi onde acabava a dança e começava o teatro, ou a fotografia.

Ou a música, a moda, a pintura, a escultura…

Via as suas obras como instalações belíssimas em que manipulava os meus sentidos como nenhum outro artista contemporâneo.

Pina Bausch (1940/2009) deixa-nos um legado impressionante e eterno, o seu génio está ainda para além do nosso tempo, da nossa compreensão.

Está vivo.



















I A Sagração da Primavera I Pina Bausch I


3 comentários:

A. disse...

...





«Quando saímos, se está a nevar e tudo se pôs branco, ficamos sós, sentimo-nos sós. Se o sol estiver a brilhar, talvez não. Mas nada garante que aquilo que o outro sente seja equivalente ao que nós próprios sentimos. Quanto à mensagem, não sei... Não há mensagem. A melhor coisa é deixar a intuição e a imaginação agirem. É verdade que eu quero dizer com força qualquer coisa difícil de formular, qualquer coisa de escondido...
Frente a certos valores, é preciso, acima de tudo, sensibilidade.»

Pina Bausch






Profundíssima vénia, meu querido.

MARIA MERCEDES disse...

Fica a emoção dos corpos em eterno movimento...!

beijos, Maria

film-m k disse...

(não têm nada a ver com o post)

é só uma resposta à do povo unido:
http://1.bp.blogspot.com/_5Uv5LKRyCZM/Sgs27MXrDMI/AAAAAAAAAB8/BQsn_73cXmY/s1600-h/ant%C3%B3nio+de+sousa.jpg

(é um trabalho do antónio de sousa)







beijos dançantes (a condizer, agora sim, com o post)