


Nunca percebi onde acabava a dança e começava o teatro, ou a fotografia.
Ou a música, a moda, a pintura, a escultura…
Via as suas obras como instalações belíssimas em que manipulava os meus sentidos como nenhum outro artista contemporâneo.
Pina Bausch (1940/2009) deixa-nos um legado impressionante e eterno, o seu génio está ainda para além do nosso tempo, da nossa compreensão.
Está vivo.

I A Sagração da Primavera I Pina Bausch I
3 comentários:
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«Quando saímos, se está a nevar e tudo se pôs branco, ficamos sós, sentimo-nos sós. Se o sol estiver a brilhar, talvez não. Mas nada garante que aquilo que o outro sente seja equivalente ao que nós próprios sentimos. Quanto à mensagem, não sei... Não há mensagem. A melhor coisa é deixar a intuição e a imaginação agirem. É verdade que eu quero dizer com força qualquer coisa difícil de formular, qualquer coisa de escondido...
Frente a certos valores, é preciso, acima de tudo, sensibilidade.»
Pina Bausch
Profundíssima vénia, meu querido.
Fica a emoção dos corpos em eterno movimento...!
beijos, Maria
(não têm nada a ver com o post)
é só uma resposta à do povo unido:
http://1.bp.blogspot.com/_5Uv5LKRyCZM/Sgs27MXrDMI/AAAAAAAAAB8/BQsn_73cXmY/s1600-h/ant%C3%B3nio+de+sousa.jpg
(é um trabalho do antónio de sousa)
beijos dançantes (a condizer, agora sim, com o post)
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